Sexta-feira, 19 de Julho de 2013

Rankings das escolas mais uma vez...

 

Os rankings das escolas valem o que valem mas fazer disso um discurso acéfalo, sem aproveitar os mesmos para refletir sobre a ação das escolas, é tão absurdo como fazer deles a sua  única forma de avaliação. A escola, os professores, os pais, têm obrigação de questionar as opções pedagógicas que levam a constantes maus resultados... Todos sabemos que os resultados nacionais desceram mas também verificamos que certas tendências desses mesmos  resultados também se mantêm.

 

 

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/ranking-das-melhores-escolas-secundarias-portuguesas?fb_action_ids=516038138466228&fb_action_types=og.likes&fb_source=timeline_og&action_object_map=%7B%22516038138466228%22%3A128424277306539%7D&action_type_map=%7B%22516038138466228%22%3A%22og.likes%22%7D&action_ref_map=%5B%5D

publicado por politicar às 10:08
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Quinta-feira, 4 de Julho de 2013

Dança de cadeiras

Aproximam-se mais umas eleições, não aquelas que aparentemente a maioria dos portugueses anseia mas outras que do calendário democrático já constam há mais tempo.

As populações vão ser chamadas a escolher os seus representantes, para os parlamentos locais e quem querem ver à frente dos destinos das suas autarquias.

Dos primeiros nunca se ouviu falar que auscultassem o povo, que dinamizassem consultas populares antes de ganharem a quantia inerente a cada senha de presença, num parlamento que tem muitas vezes tanto de ineficiente como de caricato.

Dos segundos, é difícil situá-los, tanto em termos de pensamento político como em termos de postura moral e ética.

A dança de cadeiras é inevitável e constitui um espetáculo deplorável de desrespeito pela democracia e pelos superiores interesses da população.

Passamos de um desejável e constitucionalmente defendido serviço ao povo, para um serviço a interesses instalados, a caciquismos, à promoção pessoal e familiar, que em nada abonam à confiança que todos devemos ter no sistema e pelo qual muitos lutaram anos a fio.

Em Portugal, é difícil ver ex autarcas que voltam a estar integrados na sociedade, na sua antiga profissão e lugar de origem, sim porque autarca não é profissão mas serviço público!

Para contornar a lei da limitação de mandatos, que timidamente os maiores partidos fizeram aprovar cheia de ambiguidades, o poder político preparava-se para aprovar outras estruturas regionais onde esses ex autarcas, humildemente (note-se a ironia), iriam servir mais uma vez o seu país.

O bloqueio dos tribunais, ao que parece um dos poucos garantes atuais da democracia, rejeita esta opção e põe entraves às mudanças de concelhos.

Passemos então à segunda opção em que atuais Presidentes de Câmara passarão a Presidentes de Assembleia e estes a Presidentes de Câmara, do mesmo partido claro!

Poderão ainda ser candidatos a outros lugares elegíveis, como futuros vereadores, mas voltar ao seu antigo lugar, ao seu emprego, isso não! Seria um desprestígio!

Para quem?!

publicado por politicar às 15:35
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Quarta-feira, 3 de Julho de 2013

A política à escala do mundo atual

Tenho falado, escrito, por vezes vociferado, de que entendo que a política é para as pessoas e não contra as pessoas mas, se fossemos civicamente mais ativos, politicamente mais  informados, humanamente mais solidários (não caridosos pois nesse caso a intencionalidade é muito mais castrativa da condição humana), estaríamos há muito a debater o problema da escala em política.

Este aspeto não é, como alguns podem  de imediato pensar, incompatível com a primeira afirmação.

Quando falamos em escala podemos abordar duas vertentes, tão antagónicas quanto convergentes, na ameaça à nossa condição humana de liberdade, igualdade e fraternidade...

Se por um lado, a globalização e a expansão do capitalismo desenfreado trouxe a hegemonia dos mercados e formas de governo financeiro, em nada sufragadas pelo poder do voto, por outro, cultivamos a pequenez das autarquias, dos serviços regionais, que de regionais só têm o nome, dos partidos que não se abrem à sociedade e que são sempre dirigidos pelos mesmos, numa teia quase mafiosa e bafienta de interesses, de relações de favor e promoção do pequeno poder e da mediocridade de ideias.

Ambas as situações têm sentidos à escala divergentes mas convergentes nos seus objetivos: empobrecer as pessoas, sonegando informação e liberdade, promovendo a caridade controladora que apenas aumenta esta dependência e amarra as pessoas a uma situação sem retorno para que muito poucos consigam manter e/ou aumentar os seus privilégios.

Imagem www.anmp.pt
publicado por politicar às 13:51
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